Ficha de anamnese de musicoterapia, infantil e adulto: modelo pronto para imprimir
Folha de anamnese para o primeiro atendimento de musicoterapia, individual ou em grupo, com a tabela das sessões seguintes na mesma ficha. Serve para criança, com quem responde por ela, e para adulto. O que a família ou a pessoa relata entra como registro; o objetivo de cada sessão é de quem conduz.
A ficha de anamnese de musicoterapia é a folha que registra, antes da primeira sessão, quem é a pessoa, o que ela ou a família procura, qual é a história dela com o som e a música, como ela se comunica e como reage a som, silêncio e ritmo. A Portaria GM/MS nº 849/2017 incluiu a musicoterapia na PNPIC e a define como utilização da música e seus elementos, em grupo ou de forma individualizada, num processo para facilitar comunicação, relação, aprendizagem, mobilização e expressão. A definição está transcrita em /quem-pode/musicoterapia-quem-pode-exercer.
Quem exerce a musicoterapia com conselho tem carga horária a comprovar: a Resolução Cofen nº 739/2024, art. 5º, a reconhece como capacitação por curso livre para a enfermagem, com 180 horas no Anexo II, e a Resolução CFN nº 679/2021 a autoriza ao nutricionista na Categoria 3, com especialização ou 300 horas. Fora dessas profissões não há conselho que registre o musicoterapeuta como tal, e a folha pede a formação com curso, carga horária e emissor. A página de /quem-pode diz que o que precisa ficar guardado é o objetivo terapêutico de cada sessão, escrito antes dela, e é por isso que ele abre o registro.
A folha serve para criança e para adulto porque a consulta que a traz pede as duas coisas, e o que muda é quem responde: quando a pessoa atendida é criança, a família ou o responsável relata, e a folha tem campo para isso, para a escola e para os outros acompanhamentos em curso (fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia). O bloco da história sonora registra o que a pessoa gosta e não tolera, o instrumento que toca, a música na família e a sensibilidade a som alto ou a silêncio; o bloco da comunicação registra como a pessoa se expressa e como demonstra prazer e desagrado, nas palavras de quem relata.
O que a folha não traz, de propósito: música sugerida, instrumento por diagnóstico, atividade por objetivo, escala de avaliação. A crise com gatilho sonoro ou luminoso entra como condição declarada porque muda o ambiente da sessão, e a folha registra a resposta sem dizer o que muda. A tabela do fim tem coluna para a experiência musical pelo nome (improvisação, recriação, composição, audição), para o instrumento e para dizer se a sessão foi individual ou em grupo.
A folha guarda o objetivo e o registro de cada sessão. O que ela não faz é mostrar, numa tela só, o que mudou entre a primeira e a décima. Veja como a Vitra guarda a sequência.
Identificação
Nome completo
Data de nascimento
Telefone
Data desta avaliação
Quando a pessoa atendida é criança: idade, quem responde por ela e o vínculo
Escola ou trabalho: onde, turno e como a pessoa se sente lá, conforme relato
Diagnóstico declarado pela pessoa ou pela família, e quem acompanha
Quem conduz a musicoterapia
Nome
Conselho e número de registro, quando a profissão tiver conselho
Formação em musicoterapia: graduação, especialização ou curso, carga horária, emissor e ano
Motivo e objetivo
O que a pessoa ou a família procura, nas palavras de quem relata
Quem encaminhou, quando houver, e com qual pedido
Objetivo terapêutico desta fase, escrito por quem conduz
Formato
Outros acompanhamentos em curso (fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, escola), e com quem
História sonora e musical
O que a pessoa tem com o som antes de qualquer sessão, nas palavras dela ou de quem relata. É o bloco que uma anamnese comum não tem, e a leitura dele é de quem conduz.
Músicas, estilos ou artistas de que a pessoa gosta
Som, música ou estilo que a pessoa não tolera, conforme relato
Instrumento que toca ou já tocou, e por quanto tempo
Canta, dança ou bate ritmo no dia a dia, conforme relato
Música na família: quem canta ou toca em casa, e o que
Música da infância ou que marca a história da pessoa, conforme relato
Uso de música no dia a dia: para dormir, estudar, trabalhar, acalmar
Reação a som alto e a silêncio, como quem relata descreve
Comunicação e interação, como relatadas
Como a pessoa se comunica: fala, gestos, figuras, dispositivo, apoio de outra pessoa
Como demonstra prazer e como demonstra desagrado, conforme relato
Iniciativa de contato com outras pessoas, como quem relata descreve
Atenção numa atividade, por quanto tempo, conforme relato
Movimento e coordenação, como relatados
Rotina ou objeto que ajuda a pessoa a se organizar, conforme relato
Condições declaradas
Audição: avaliação feita, data e resultado, conforme a pessoa ou a família
Crise ou convulsão com gatilho sonoro ou luminoso, conforme declarado
Sons que provocam desconforto intenso, conforme relato
Medicamentos em uso, conforme relato, e quem os acompanha
Alergia a material (látex, madeira, metal), conforme declarado
Mobilidade e apoio para se locomover, conforme relato
Outras condições de saúde em acompanhamento, e com quem
Registro sessão a sessão
Uma linha por sessão de musicoterapia, na mesma ficha, com o objetivo escrito antes dela, a experiência musical pelo nome, o instrumento e se foi individual ou em grupo. É o que a sessão seguinte precisa ler da anterior, e o que a página de escopo diz que fica guardado.
| Sessão e data | Objetivo da sessão | Experiência musical (improvisação, recriação, composição, audição) | Instrumentos e recursos | O que a pessoa fez e relatou | Individual ou grupo | Quem conduziu |
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Local, data e assinatura
Observações finais desta anamnese
Local e data
Assinatura da pessoa atendida
Assinatura e carimbo do profissional
Sobre este modelo
Modelo em branco. Esta folha não traz música sugerida, instrumento por diagnóstico, atividade por objetivo nem escala de avaliação: o que ela guarda é o que você escrever nela. O que a família ou a pessoa relata é registro, e o objetivo de cada sessão é de quem conduz. Os campos podem não corresponder ao que a sua formação ou o seu conselho pedem.
Modelo em branco para profissionais de saúde. Não traz conteúdo clínico preenchido, não sugere composição, volume nem via, e não substitui julgamento clínico nem a norma do conselho da sua profissão.
