Guias de norma para consultório que aplica injetável

Nenhuma destas normas foi escrita pensando em consultório que aplica medicamento na veia. Elas foram escritas para hospital, e é por isso que quase todo material disponível assusta quem tem uma sala e duas poltronas. Cada guia aqui recorta o que a norma federal escreve, com o dispositivo citado na íntegra e o link para o documento.

GuiaO que ele respondeNorma principal
As cinco etapas do Processo de Enfermagem, na letra da normaAs cinco etapas transcritas da norma vigente, e por que a sigla SAE saiu de circulação.Resolução Cofen nº 736, de 17 de janeiro de 2024
Resolução Cofen nº 801/2026, e o que ela exige do registroA norma de janeiro de 2026 que lista seis itens obrigatórios e autoriza prontuário totalmente digital.Resolução Cofen nº 801, de 14 de janeiro de 2026
A posição da ANVISA sobre soroterapia, publicada em julho de 2026O documento mais recente e mais duro de agência brasileira sobre o tema, com o texto da própria ANVISA.Nota da ANVISA sobre soroterapia, de 14 de julho de 2026
Soroterapia estética e soroterapia nutricional nos pareceres dos CorensO que os pareceres vedam é a FINALIDADE estética, e não a soroterapia inteira. E o Cofen federal não editou norma sobre o tema.Parecer Técnico Coren-BA nº 01/2025
Coren-BA 2026 e os ativos injetáveis em protocolo de saúde integrativaO documento mais recente do país sobre bioativo injetável por enfermeiro, e ele usa a expressão zona de incerteza regulatória.Nota Técnica Coren-BA nº 01/2026
Biomédico esteta e a via intravenosa nas normas do CFBMOs dois documentos não se contradizem: um trata da substância, o outro trata da via, e a resolução de 2014 sequer nomeia a via intravenosa.Nota Técnica CFBM nº 01/2023
Nutricionista, suplemento alimentar e a via na Resolução CFN 656/2020A via intravenosa fica de fora por construção da definição, e não por artigo de vedação. A norma não contém a palavra injetável.Resolução CFN nº 656, de 15 de junho de 2020
Cirurgião-dentista, via endovenosa e a finalidade odontológicaA via está aberta e a finalidade está fechada: a norma é de sedação em odontologia, e não menciona soroterapia nem estética.Resolução CFO nº 295, de 10 de julho de 2026
Fisioterapeuta, veículo injetável e o Acórdão COFFITO nº 735/2024O acórdão devolve a escolha do veículo ao profissional, e a palavra que ele usa é injetável, que é gênero e não espécie.Acórdão COFFITO nº 735, de 10 de setembro de 2024
Ozonioterapia por enfermeiro e as 120 horas do CofenAs 120 horas não estão no parecer mais citado, e os dois documentos que as trazem usam o verbo da sugestão, não o da obrigação.Parecer Normativo nº 01/2023/COFEN/PLEN/ASLEG
Ozonioterapia e o registro do equipamento na ANVISAA nota de 2022 foi substituída em junho de 2026, e a URL oficial ainda usa o endereço antigo. O rol mudou.Nota Técnica nº 41/2026/SEI/GQUIP/GGTPS/DIRE3/ANVISA
O que a vigilância sanitária exige de um consultório de saúdeA norma que realmente alcança o consultório, e a lista do que ela manda ter afixado, escrito e guardado.Resolução RDC ANVISA nº 63, de 25 de novembro de 2011
PGRSS em consultório que punciona veiaO plano é obrigatório e não existe versão simplificada por porte. O que existe é prazo, terceirização e uma dispensa que não alcança quem punciona veia.Resolução RDC ANVISA nº 222, de 28 de março de 2018
Autoclave e esterilização em consultório individualizadoA norma de esterilização exclui expressamente o consultório individualizado. Vendem CME para quem a própria RDC dispensou.Resolução RDC ANVISA nº 15, de 15 de março de 2012
Núcleo de Segurança do Paciente e o consultório individualizadoA norma define serviço de saúde incluindo consultório e depois exclui o consultório individualizado. As duas frases estão no mesmo documento.Resolução RDC ANVISA nº 36, de 25 de julho de 2013
CNES para consultório de profissional não médicoObrigatório por duas normas independentes, e a definição de responsável técnico não menciona profissão nenhuma em particular.Portaria de Consolidação GM/MS nº 1, de 28 de setembro de 2017
Descarte de perfurocortante em consultórioDuas normas de órgãos diferentes tratam do mesmo coletor, e o limite de enchimento de cada uma é escrito de um jeito.Resolução RDC ANVISA nº 222, de 28 de março de 2018
NR 32 em consultório com um ou dois trabalhadoresA norma incide pelo objeto, não pelo tamanho. E a dispensa de MEI da NR 1 não alcança quem tem risco biológico.Norma Regulamentadora nº 32, com alterações até a Portaria MTP nº 4.219/2022
Profissão de saúde regulamentada pode ser MEI?A lista oficial do MEI, contada termo a termo: quais profissões de saúde aparecem nela e quais não.Anexo XI da Resolução CGSN nº 140, de 22 de maio de 2018
O que é o PGRSS, na definição da RDC 222/2018A definição oficial do plano, os doze itens que ele precisa conter e quem a norma chama de gerador.Resolução RDC ANVISA nº 222, de 28 de março de 2018
PGRSS tem validade de quanto tempo, segundo a RDC 222/2018A norma não fixa prazo de validade para o plano. Ela exige monitoramento e atualização com periodicidade definida pelo responsável.Resolução RDC ANVISA nº 222, de 28 de março de 2018
O que é o PGRSS simplificado, e o que a RDC 222/2018 escreve sobre issoO termo não aparece na norma vigente nem na revogada. O que a RDC 222 prevê é a notificação para quem gera só Grupo D, e regra local pode pedir formulário próprio.Resolução RDC ANVISA nº 222, de 28 de março de 2018
O plano de gerenciamento de resíduos é obrigatório no consultório? O que a lei e a RDC escrevemA obrigação nasce na Lei 12.305/2010 e é repetida pela RDC 222/2018. O descumprimento da RDC é infração sanitária, no art. 94.Resolução RDC ANVISA nº 222, de 28 de março de 2018
O que é a NR 32 e a quem ela se aplica, na letra da normaA norma de segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde: objetivo, definição de serviço de saúde e de risco biológico, e a estrutura dos onze itens.Norma Regulamentadora nº 32, com alterações até a Portaria MTP nº 4.219/2022
O que é prontuário eletrônico do paciente, na letra da Lei 13.787/2018 e das normas do CofenA lei federal que rege sistemas informatizados de prontuário, a distinção entre digitalizado e nativo digital, e o que o Cofen exige de assinatura.Lei nº 13.787, de 27 de dezembro de 2018
Prontuário eletrônico é obrigatório? O que a Lei 13.787/2018 autoriza e o que ela não obrigaA lei federal autoriza e condiciona o meio eletrônico; não manda abandonar o papel. A Cofen 801/2026 também usa poderá. As condições transcritas.Lei nº 13.787, de 27 de dezembro de 2018
O que é hipodermóclise, na definição do Parecer Coren-SP 031/2014A definição do conselho, quem executa segundo o parecer e a lista do que precisa estar documentado.Parecer Coren-SP nº 031/2014 - CT
O que é flebite, nas duas definições que a Anvisa escreveuAs duas definições entre parênteses do Caderno 4 da Anvisa, e a obrigação de notificar evento adverso com produto para saúde.Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde, Caderno 4, 2ª edição
O que é cateter venoso periférico, nos conceitos da Anvisa de 2025Os tipos de cateter periférico como a Anvisa os define no protocolo de 2025, e o que o Caderno 4 diz sobre material e reuso.Protocolo de Prevenção de IPCS associada a Dispositivos de Acesso Vasculares, Anvisa, versão 1, 2025
A diferença entre acesso venoso periférico e central, na letra da AnvisaA Anvisa define central e periférico pela posição da ponta do cateter. Os conceitos transcritos, sem técnica de punção.Protocolo de Prevenção de IPCS associada a Dispositivos de Acesso Vasculares, Anvisa, versão 1, 2025
O que é cateter midline, e o que a Anvisa escreve sobre eleMidline é periférico para a Anvisa: o periférico longo é chamado de "midline curto" e o de linha média não conta como central.Protocolo de Prevenção de IPCS associada a Dispositivos de Acesso Vasculares, Anvisa, versão 1, 2025
O que é osmolaridade sérica, e a fórmula que o Ministério da Saúde publicaA definição e a fórmula da osmolaridade sérica transcritas de protocolo do Ministério da Saúde de 2025.Portaria Conjunta SAES/SECTICS nº 17, de 5 de agosto de 2025
O que é anamnese, e como cada conselho a chama na normaComo Cofen e CFN nomeiam a anamnese na norma, com a lista de campos que o CFN escreve. Sem conteúdo clínico.Resolução CFN nº 594, de 17 de dezembro de 2017
O que é o auto de infração da vigilância sanitária, e o que acontece depois deleO documento que abre o processo sanitário, os sete itens que a lei exige dele e o prazo que começa a contar.Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977
Defesa de auto de infração da vigilância sanitária: o prazo e o roteiro em quatro partesO prazo de quinze dias, o que a lei de processo pede de toda defesa e o roteiro em quatro partes.Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977
Nulidade do auto de infração sanitária: o que a lei exige que o auto contenhaOs sete itens do art. 13, o dever de motivar da Lei 9.784 e a contagem: nulidade aparece zero vez.Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977
Como recorrer de multa da vigilância sanitária: as instâncias e os prazos da Lei 6.437/1977Recurso em igual prazo ao da defesa, segunda instância em vinte dias, e o que o recurso suspende.Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977
Vigilância sanitária aplica multa? As faixas de valor e o que decide a faixa, na Lei 6.437/1977As treze penalidades, as três faixas de valor da multa e as circunstâncias que sobem ou descem a faixa.Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977
O que o fiscal do Coren confere no consultório, segundo o Manual de Fiscalização do CofenO manual oficial de 2026: ofício, visita sem aviso, notificação com prazo, e os itens do quadro que nomeiam consultório.Manual de Fiscalização do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem, MAN 113, versão 2.0
Denúncia ao Coren: como ela entra, o que a denúncia anônima pode e o que acontece com o profissional denunciadoOs sete requisitos da denúncia, o que a anônima pode, os quinze dias de defesa e as duas instâncias.Resolução Cofen nº 706/2022, Código de Processo Ético
Checklist do consultório antes da fiscalização: o que a vigilância sanitária e o conselho pedem, item por itemCinco blocos de itens conferíveis, cada um com a norma e o artigo, e a ponte da RDC 63 para a Lei 6.437.Resolução RDC ANVISA nº 63, de 25 de novembro de 2011
Multa por produto vencido no consultório: o inciso da lei, como a fiscalização apura e o que a RDC 63 exige do insumoO inciso do vencido e a pena escrita nele, a apreensão de amostra, e o rastreio de insumo que a RDC 63 exige.Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977
Documentos para abrir consultório de enfermagem: o que a Cofen 568/2018 exigeO checklist de abertura tirado da Resolução Cofen 568/2018 e das RDC 63 e 50, item por item, sem inventar exigência.Resolução Cofen nº 568, de 9 de fevereiro de 2018, alterada pela Resolução Cofen nº 606/2019
Técnico de enfermagem pode abrir consultório? O que a Cofen 568 e a Lei 7.498 escrevemA definição de consultório no Regulamento do Cofen, os artigos da Lei 7.498 sobre técnico e enfermeiro, e a medição do termo "técnico" no Regulamento.Anexo da Resolução Cofen nº 0568/2018, Regulamento dos Consultórios e Clínicas de Enfermagem
Quanto custa abrir um consultório de enfermagem: a lista de itens que a norma exigeA lista de itens de abertura tirada das normas, com o único valor que a norma federal escreve: a isenção do registro no Coren.Anexo da Resolução Cofen nº 0568/2018, Regulamento dos Consultórios e Clínicas de Enfermagem
Consultório de enfermagem: o que pode fazer, segundo a Resolução Cofen 568/2018 e a leiA resolução do consultório de enfermagem, o artigo que remete à lei, e a lista da lei transcrita na íntegra.Resolução Cofen nº 568, de 9 de fevereiro de 2018, alterada pela Resolução Cofen nº 606/2019
Sala de aplicação de injetáveis: o que a RDC 50, a RDC 63 e a RDC 44 escrevem sobre elaO nome que a RDC 50 dá à sala, as duas metragens mínimas, a instalação exigida, e o que a RDC 63 e a RDC 44 pedem de limpeza e registro.Resolução RDC ANVISA nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, vigente com alterações
Sala de aplicação de injetáveis em farmácia: o que a RDC 44/2009 escreve, artigo por artigoA norma da farmácia lida na íntegra: o ambiente separado, o lavatório, a limpeza duas vezes ao dia, o licenciamento prévio e os POP exigidos.Resolução RDC ANVISA nº 44, de 17 de agosto de 2009
Contrato de sublocação de sala para consultório: o que a Lei 8.245/91 exige, e o roteiro de cláusulasO consentimento do locador, o prazo de trinta dias, o fim da sublocação com a locação, e a responsabilidade do sublocatário, na letra da lei.Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991
Quanto custa montar um consultório de nutrição ou de fisioterapia: os itens que as normas exigemA lista de itens de abertura para nutrição e fisioterapia, tirada da CFN 702/2021, da COFFITO 9/1978, da RDC 63 e da RDC 50.Resolução CFN nº 702, de 15 de setembro de 2021, alterada pelas Resoluções CFN nº 719/2021, 722/2022 e 729/2022
Responsável técnico de clínica de estética: o que a RDC 63/2011 e os conselhos escrevemA regra federal do RT, o que Cofen, COFFITO e CFN escrevem sobre responsabilidade técnica, e a contagem de "estética" em cada texto.Resolução RDC ANVISA nº 63, de 25 de novembro de 2011
Roteiro do PGRSS para consultório: os doze itens do art. 6º da RDC 222/2018, na ordem da normaOs doze incisos do art. 6º, um a um, que são o índice do plano. O guia de PGRSS para consultório pequeno cobre o resto da norma.Resolução RDC ANVISA nº 222, de 28 de março de 2018
Como montar sala de soroterapia depois do curso: o kit de documentos do primeiro atendimentoOs cinco documentos do primeiro atendimento, cada um com o dispositivo que o exige e o link do modelo em branco em /modelos.Resolução Cofen nº 736, de 17 de janeiro de 2024
Auto de infração da vigilância sanitária em São Paulo: o prazo de defesa, o recurso e a multa na Lei 10.083/1998O Código Sanitário paulista: dez dias para a defesa, dez para cada recurso, e a escada de quatro instâncias do art. 135.Lei nº 10.083, de 23 de setembro de 1998, Código Sanitário do Estado de São Paulo
Multa da vigilância sanitária em São Paulo: a faixa em UFESP, o que gradua e o que dobra, na Lei 10.083/1998A multa paulista em UFESP, as três atenuantes e cinco agravantes que fecham a faixa, e os trinta dias para recolher.Lei nº 10.083, de 23 de setembro de 1998, Código Sanitário do Estado de São Paulo
Auto de infração da vigilância sanitária no Rio de Janeiro: o que o Código de Saúde do Estado diz, e o que o Código da capital acrescentaO Código estadual de 1975, com recurso em vinte dias, e o Código da capital de 2018, que manda o prazo da defesa para o regulamento.Decreto-Lei nº 214, de 17 de julho de 1975, Código de Saúde do Estado do Rio de Janeiro
Multa da vigilância sanitária no Rio de Janeiro: as faixas do Código de Saúde do Estado e as da capital, em reaisA multa estadual em UFERJ, de dois terços a vinte vezes, e a tabela em reais da capital, de quinhentos a cinquenta mil.Decreto-Lei nº 214, de 17 de julho de 1975, Código de Saúde do Estado do Rio de Janeiro
Auto de infração e multa da vigilância sanitária em Minas Gerais: defesa, recurso e multa em Ufemg na Lei 13.317/1999O Código de Saúde mineiro: quinze dias de defesa e de recurso, dias corridos, multa em Ufemg por número de circunstâncias.Lei nº 13.317, de 24 de setembro de 1999, Código de Saúde do Estado de Minas Gerais
Auto de infração e multa da vigilância sanitária no Paraná: defesa, recurso e multa em FCA na Lei 13.331/2001 e no Decreto 5.711/2002O Código de Saúde paranaense e seu Regulamento: quinze dias de defesa, dez de recurso sem efeito suspensivo, multa em FCA.Lei nº 13.331, de 23 de novembro de 2001, Código de Saúde do Estado do Paraná
Carimbo de enfermeiro: o que o Cofen exige, na letra da normaOs elementos do carimbo na letra da Resolução 545/2017, e a medição de que a palavra abreviatura não existe na norma.Resolução Cofen nº 545/2017
Carimbo de enfermeiro por Coren: a regra federal e o que cada regional publicouUma página para os nove Corens mais buscados: a regra é federal, quatro regionais publicaram orientação, e os outros cinco seguem a federal.Resolução Cofen nº 545/2017
Receituário digital para enfermeiro: o que a prescrição de enfermagem contém e o que precisa constarAs duas prescrições que a lei atribui ao enfermeiro, os seis itens obrigatórios da Resolução 801/2026 e a assinatura do receituário eletrônico.Resolução Cofen nº 801, de 14 de janeiro de 2026
Carimbo de nutricionista: o que o CFN exige, e onde a palavra carimbo aparece nas normasO dever de identificação do art. 21, as duas normas do CFN que escrevem a palavra carimbo, e a regra do CRN-3 para inscrição provisória e secundária.Resolução CFN nº 599, de 25 de fevereiro de 2018 (Código de Ética e de Conduta do Nutricionista)
Prontuário eletrônico na enfermagem: o que o enfermeiro assina e como se identifica no registro digitalO recorte da enfermagem: quem registra cada etapa, a assinatura eletrônica que o Cofen aceita, o certificado do enfermeiro autônomo e a lei do sistema informatizado.Resolução Cofen nº 801, de 14 de janeiro de 2026
App para fisioterapeuta: o que comparar, a partir do que o COFFITO exige do prontuárioO comparativo sem marca: os oito itens do prontuário, a identificação no eletrônico, o sigilo e a guarda, na letra do COFFITO, viram a lista de checagem.Resolução COFFITO nº 414/2012
Alvará sanitário para consultório: o que é, quem precisa e quem emite, na Lei 6.437/1977 e na RDC 153/2017O que a lei federal chama de licença, quem emite (o município ou o Estado) e onde o consultório aparece na letra da Lei 6.437/1977.Resolução RDC ANVISA nº 153, de 26 de abril de 2017
Alvará sanitário: validade, renovação e o que acontece com o alvará vencido, na norma federal e em quatro capitaisA validade é local por norma federal: o que São Paulo, Rio, Joinville, Porto Alegre e Vitória escrevem, e a infração de funcionar sem licença.Resolução RDC ANVISA nº 153, de 26 de abril de 2017
Alvará sanitário para MEI e para profissional autônomo (pessoa física): o que a LC 123/2006, a RDC 49/2013 e as prefeituras escrevemMEI: taxa zero por lei federal e dispensa em São Paulo (menos alto risco). Pessoa física: licença em nome do profissional, com CPF, em São Paulo e Porto Alegre.Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte
Dispensa do alvará sanitário: o que é baixo risco na Lei 13.874/2019, na Resolução CGSIM 51/2019 e na IN 66/2020, e onde o consultório entraBaixo risco dispensa licença por lei federal; a lista nacional (CGSIM 51/2019) tem nutrição e fisioterapia, e a enfermagem fica no "desde que não haja procedimento invasivo".Resolução CGSIM nº 51, de 11 de junho de 2019, texto com as alterações das Resoluções nº 57, 59 e 68
Alvará sanitário, licença sanitária e alvará de funcionamento: o que cada nome é na norma federal e em São Paulo, no Rio e em JoinvilleLicença sanitária é o nome da RDC 153/2017 e alvará sanitário é o nome de balcão; alvará de funcionamento é o da LC 123/2006 e da Redesim, emitido pela prefeitura antes.Resolução RDC ANVISA nº 153, de 26 de abril de 2017
Quanto custa o alvará sanitário: a taxa em São Paulo, Rio de Janeiro, Joinville, Porto Alegre, Vitória e Cuiabá, transcrita do que cada uma publicaA taxa é local por norma federal: zero em São Paulo, fórmula no Rio (C x R x A x P sobre R$ 321,04), UPM em Joinville, sem valor publicado em Porto Alegre, Vitória e Cuiabá.Lei Complementar nº 197, de 27 de dezembro de 2018, Código de Vigilância Sanitária do Município do Rio de Janeiro
Alvará sanitário para fisioterapia, nutrição, enfermagem e farmácia: o nível de risco de cada CNAE na IN 66/2020, no CGSIM e em São Paulo, e o que mudaO CNAE decide: farmácia (4771-7/01) é alto risco; nutrição e fisioterapia são médio na Anvisa e baixo no CGSIM; enfermagem e médico dependem de uma pergunta sobre procedimento invasivo.Instrução Normativa IN ANVISA nº 66, de 1º de setembro de 2020
Alvará sanitário: como consultar, o número do ato, a impressão e o que a licença precisa conter, na RDC 153/2017, em São Paulo, no Rio, em Joinville e em CuiabáO que a licença contém por norma federal (número, validade, declarações, atividades), onde consultar e imprimir em quatro cidades, e a obrigação de afixar.Resolução RDC ANVISA nº 153, de 26 de abril de 2017
Alvará sanitário provisório: o que é a licença provisória do médio risco na LC 123/2006, na RDC 153/2017 e na Resolução CGSIM 62/2020, e como São Paulo e o Rio a emitemLicença provisória: o médio risco abre logo após o registro, por declaração, com vistoria posterior; concedida uma única vez, não se confunde com a licença sanitária.Resolução CGSIM nº 62, de 20 de novembro de 2020, texto com as alterações da Resolução nº 66
Alvará sanitário em São Paulo para consultório: o que a Portaria SMS 266/2025 exige, por CNAE, sem taxa e com validade na tabelaPortaria SMS 266/2025: pedido no Portal Integrador VRE/REDESIM (pessoa física, na Covisa), risco por CNAE no Anexo I, taxa zero, validade por atividade.Portaria SMS nº 266/2025, da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, texto completo
Alvará sanitário no Rio de Janeiro para consultório: a Licença Sanitária de Funcionamento (LSF), a taxa e a validade até 30 de abril, na LC 197/2018 e no Decreto 45.585/2018LC 197/2018 e Decreto 45.585/2018: LSF pelo SISVISA, 30 dias após o alvará, validade até 30 de abril, Taxa de Licenciamento Sanitário com MEI isento.Decreto Rio nº 45.585, de 27 de dezembro de 2018, texto consolidado
Alvará sanitário em Joinville para consultório: o que a Carta de Serviço "Requerer Alvará Sanitário" exige, do Sistema Aprova à renovação em 12 mesesCarta de Serviço de Joinville: Sistema Aprova (gov.br prata ou ouro), dados e procuração, taxa da LC 643/2023 em UPM, 10 dias úteis, revalidação em 12 meses.Carta de Serviço "Requerer Alvará Sanitário", da Prefeitura de Joinville
Alvará sanitário em Porto Alegre para consultório: o Alvará de Saúde da Carta de Serviços, os documentos básicos, a lista por tipo de consultório e o prazoCarta de Serviços de Porto Alegre: pedido por e-mail, requerimento SEI, alvará de localização, CNPJ e contrato social, lista própria para consultório de enfermagem, prazo de 1 mês a 1 ano.Carta de Serviços "Alvará de Saúde, Certidões e Documentos - Serviços de Assistência e de Interesse à Saúde", da Prefeitura de Porto Alegre
Alvará sanitário em Vitória (ES) para consultório: quem precisa, o Requerimento de Alvará e Habite-se Sanitário, o protocolo e a renovação anual, na página da SemusPágina da Semus de Vitória: alvará para todo estabelecimento privado de saúde, requerimento protocolado, documentação por ramo, renovação anual, Código Sanitário Lei 4.424/1997.Página "Alvará sanitário", da Secretaria Municipal de Saúde de Vitória
Alvará sanitário em Cuiabá para consultório: a Portaria SMS 21/2026 com o CNAE por nível de risco, a pergunta do procedimento invasivo e o que a Covisa publicaPortaria SMS 21/2026 (Gazeta de 14/05/2026): três níveis de risco por CNAE, pergunta 49 sobre procedimento invasivo para enfermagem e consulta médica, sistema online da Covisa.Portaria nº 21/2026/SMS, da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá
Auto de infração e multa da vigilância sanitária na Bahia: defesa, recurso e multa em reais na Lei 14.878/2025O Código de Vigilância em Saúde baiano, de 2025: quinze dias de defesa e de recurso, multa em reais com teto por porte, redução de 30%.Lei nº 14.878, de 24 de fevereiro de 2025, Código de Vigilância em Saúde do Estado da Bahia
Auto de infração e multa da vigilância sanitária em Santa Catarina: defesa, recurso e multa em reais na Lei 6.320/1983A lei catarinense: quinze dias de defesa, recurso de quinze e de vinte dias, multa em reais atualizável pelo IPCA.Lei nº 6.320, de 20 de dezembro de 1983, normas gerais de saúde e penalidades de Santa Catarina
Auto de infração e multa da vigilância sanitária no Rio Grande do Sul: a Lei 6.503/1972 remete à lei federal e o Decreto 23.430/1974 escreve o auto, o recurso de 20 dias e a multa em salário mínimoA lei gaúcha remete à legislação federal; o Regulamento de 1974 escreve o auto, o termo de intimação, o recurso de vinte dias e a multa em salário mínimo.Decreto nº 23.430, de 24 de outubro de 1974, Regulamento sanitário do Rio Grande do Sul
Auto de infração e multa da vigilância sanitária em Goiás: defesa, recurso sem efeito suspensivo e multa em reais na Lei 16.140/2007A lei goiana do SUS e da fiscalização: quinze dias de defesa, recurso de quinze dias sem efeito suspensivo, multa em reais, termo de compromisso desde 2023.Lei nº 16.140, de 2 de outubro de 2007, organização, regulamentação, fiscalização e controle dos serviços de saúde em Goiás
Auto de infração e multa da vigilância sanitária em Pernambuco: o Regulamento do Código Sanitário (Decreto 20.786/1998) manda o rito e a multa à Lei 6.437/1977O Regulamento pernambucano de 1998: rito e multa pela Lei 6.437/1977, trinta dias para obrigação de fazer, multa diária, recurso com efeito devolutivo.Decreto nº 20.786, de 10 de agosto de 1998, Regulamento do Código Sanitário do Estado de Pernambuco
Auto de infração e multa da vigilância sanitária no Distrito Federal: o Código de Saúde (Lei 5.321/2014) manda o processo à Lei 6.437/1977 desde a Lei 5.547/2015O Código de Saúde do DF: capítulo próprio do auto revogado em 2015, § 5º do art. 118 manda tudo à Lei 6.437/1977; a Lei 5.547/2015 multa em reais funcionar sem licença.Lei nº 5.321, de 6 de março de 2014, Código de Saúde do Distrito Federal
Auto de infração e multa da vigilância sanitária em Mato Grosso: defesa, recurso e multa em UPF/MT na Lei 7.110/1999, com as regras de 2023A lei mato-grossense, alterada em 2023: quinze dias de defesa e de recurso, multa em UPF/MT, sessenta por cento de desconto por correção comprovada.Lei nº 7.110, de 10 de fevereiro de 1999, promoção, proteção e preservação da saúde em Mato Grosso
Auto de infração e multa da vigilância sanitária em Mato Grosso do Sul: defesa, recurso e multa em UFERMS na Lei 1.293/1992O Código Sanitário sul-mato-grossense: quinze dias de defesa e de recurso, julgamento em vinte dias, multa em UFERMS, em dobro na reincidência.Lei nº 1.293, de 21 de setembro de 1992, Código Sanitário do Estado de Mato Grosso do Sul
Denúncia à vigilância sanitária: onde se registra, o que a lei garante a quem denuncia e o que acontece depoisO caminho da denúncia: ouvidoria e Fala.BR, resposta em trinta dias, identidade sob sigilo, e o auto só nasce do que a autoridade constata no local.Lei nº 13.460, de 26 de junho de 2017, Código de Defesa do Usuário do Serviço Público
Multa da vigilância sanitária por estado: as faixas e a unidade de valor da lei federal e de doze códigos estaduais, lado a ladoTreze textos, uma tabela: quem mede em reais, quem mede em unidade fiscal, quem mede em salário mínimo e quem manda à Lei 6.437/1977.Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977
Prazo de defesa do auto de infração da vigilância sanitária por estado: quinze dias em oito leis, dez em São Paulo, e três estados que mandam à federalDoze estados e a federal numa tabela: o prazo de defesa, quem escreve como contar e quem cala.Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977
Notificação ou termo de intimação da vigilância sanitária: o degrau antes do auto de infração, com prazo, em cinco estados, e o edital de trinta dias depois deleO que muda entre a notificação, o termo de intimação e o auto: prazo para corrigir, multa diária e o momento em que a defesa começa a contar.Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977
Auto de infração e multa da vigilância sanitária no Espírito Santo: defesa, recurso e multa em UFIR na Lei 6.066/1999A lei capixaba de 1999: quinze dias de defesa e de recurso, multa de 1.400 a 140.000 UFIR, redução de 20%, prazos contínuos.Lei nº 6.066, de 30 de dezembro de 1999, do Estado do Espírito Santo
O que a vigilância sanitária exige do consultório odontológico: RDC 63, RDC 50, o Código de Ética do CFO e os documentos da fiscalizaçãoO consultório odontológico: os artigos da RDC 63, a linha de 9,0 m² da RDC 50, a exclusão da RDC 15 e os documentos que a fiscalização pede.Resolução RDC ANVISA nº 63, de 25 de novembro de 2011
O que a vigilância sanitária exige do consultório de fisioterapia: RDC 63, RDC 50, o registro no Crefito e os documentos da fiscalizaçãoO consultório de fisioterapia: os artigos da RDC 63, o box de terapias da RDC 50, o baixo risco no CGSIM, o registro no Crefito e os documentos.Resolução RDC ANVISA nº 63, de 25 de novembro de 2011
O que a vigilância sanitária exige do consultório de nutrição: RDC 63, RDC 50, a CFN 600 e os documentos da fiscalizaçãoO consultório de nutrição: os artigos da RDC 63, o consultório indiferenciado da RDC 50, o baixo risco no CGSIM, a subárea D da CFN 600 e os documentos.Resolução RDC ANVISA nº 63, de 25 de novembro de 2011
O que a vigilância sanitária exige do consultório médico: RDC 63, RDC 50, a Resolução CFM 2.056 e os documentos da fiscalizaçãoO consultório médico: os artigos da RDC 63, o consultório indiferenciado da RDC 50, a pergunta 46 da IN 66, a inscrição no CRM da CFM 2.056 e os documentos.Resolução RDC ANVISA nº 63, de 25 de novembro de 2011
O que a vigilância sanitária exige da farmácia e da drogaria: os 5 documentos do art. 2º da RDC 44, a Lei 13.021 e a sala de serviçosA farmácia e a drogaria: os cinco documentos do art. 2º da RDC 44, o farmacêutico presente pela Lei 13.021, os POPs do art. 86 e a guarda por cinco anos.Resolução RDC ANVISA nº 44, de 17 de agosto de 2009
Quais POPs a vigilância sanitária pede no consultório: o que a RDC 63, a RDC 44, a RDC 15 e a RDC 222 escrevem, e o modelo de cada umOs POPs: o art. 51 da RDC 63 sem lista, os nove da RDC 44, o de esterilização da RDC 15 e o gerenciamento de resíduo da RDC 222, cada um com o modelo pronto.Resolução RDC ANVISA nº 63, de 25 de novembro de 2011
RDC 50 para consultório: a área mínima do consultório indiferenciado, do odontológico e das salas ao redor, transcrita da tabelaA tabela da RDC 50: 7,5 m² para o consultório indiferenciado, 9,0 m² para o odontológico, as salas ao redor e o que a norma não escreve por profissão.Resolução RDC ANVISA nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, vigente com alterações
CNES para fisioterapeuta: o que a Portaria de Consolidação 1/2017 e a Portaria 1.646/2015 escrevem, e onde o consultório de fisioterapia cabeO CNES do fisioterapeuta: a obrigação do art. 361 antes do licenciamento, a definição de estabelecimento e de responsável técnico, e o cadastro direto pelo consultório.Portaria de Consolidação GM/MS nº 1, de 28 de setembro de 2017
CNES para nutricionista: o cadastro do consultório, o número do profissional e o atendimento domiciliar ou online, na portaria e na Wiki do CNESO CNES do nutricionista: a obrigação por estabelecimento, o profissional corresponsável no art. 365, o consultório isolado e o cadastro sem sede física desde 2024.Portaria de Consolidação GM/MS nº 1, de 28 de setembro de 2017
Como abrir consultório de fisioterapia: registro no Crefito, CNAE 8650-0/04, alvará sanitário, CNES e responsável técnico, cada um na normaO caminho inteiro para abrir o consultório de fisioterapia: o requerimento e os documentos da Coffito 37, o CNAE, o alvará por risco, o CNES e o RT.Resolução COFFITO nº 37, de 1984, Regulamento para registro de empresas nos Crefitos
Como abrir consultório de nutrição: registro no CRN pela CFN 702/2021, CNAE 8650-0/02, alvará por risco, CNES e responsável técnicoO caminho para abrir o consultório de nutrição: o registro da pessoa jurídica no CRN, a dispensa do MEI, o CNAE 8650-0/02, o alvará por risco, o CNES e o RT.Resolução CFN nº 702, de 15 de setembro de 2021, alterada pelas Resoluções CFN nº 719/2021, 722/2022 e 729/2022
Como abrir consultório odontológico: inscrição no CRO pela Consolidação das Normas do CFO, CNAE 8630-5/04, alvará sanitário, CNES e responsável técnicoO caminho para abrir o consultório odontológico: a inscrição da entidade no CRO, os cinco documentos, o RT de uma entidade só, o CNAE 8630-5/04, o alvará e o CNES.Consolidação das Normas para Procedimentos nos Conselhos de Odontologia, aprovada pela Resolução CFO-63, de 8 de abril de 2005
Como abrir consultório farmacêutico: a definição da CFF 585/2013, o CNAE 8650-0/99, o que a RDC 44 escreve sobre consultório dentro da farmácia, o alvará, o CNES e o RTO consultório farmacêutico entre duas normas: a definição da CFF 585, a vedação da RDC 44 dentro da farmácia, o CNAE 8650-0/99 com o descritor próprio, o alvará e o CNES.Resolução CFF nº 585, de 29 de agosto de 2013
CNAE para nutricionista: a subclasse 8650-0/02 na nota do IBGE, o que o Anexo XI do MEI lista e o baixo risco da CGSIM 51 para o alvaráO CNAE do nutricionista: a nota explicativa da 8650-0/02, o que ela não compreende, o MEI no Anexo XI e o baixo risco para o alvará.CNAE, subclasse 8650-0/02, Atividades de profissionais da nutrição
CNAE para fisioterapeuta: a subclasse 8650-0/04 na nota do IBGE, o que o Anexo XI do MEI lista e o baixo risco da CGSIM 51 para o alvaráO CNAE do fisioterapeuta: a nota explicativa da 8650-0/04, o que ela exclui (hidroginástica), o MEI no Anexo XI e o baixo risco para o alvará.CNAE, subclasse 8650-0/04, Atividades de fisioterapia
CNAE para dentista: a subclasse 8630-5/04 na nota do IBGE, o que o Anexo XI do MEI lista e a ausência da odontologia na lista federal de baixo riscoO CNAE do dentista: a nota explicativa da 8630-5/04, o que ela exclui (prótese), o MEI no Anexo XI e a odontologia fora da lista federal de baixo risco.CNAE, subclasse 8630-5/04, Atividade odontológica
CNAE para farmacêutico: a subclasse 8650-0/99 com o descritor "consultórios farmacêuticos", a 4771-7/01 da drogaria, o Anexo XI do MEI e o risco para o alvaráO CNAE do farmacêutico: a 8650-0/99 com os descritores "consultórios farmacêuticos" e "farmacêuticos clínicos", a 4771-7/01 do comércio, o MEI e o risco.CNAE, subclasse 8650-0/99, Atividades de profissionais da área de saúde não especificadas anteriormente
CNAE para enfermeiro: a subclasse 8650-0/01 na nota do IBGE, o Anexo XI do MEI, a cauda "auditor" e a enfermagem fora da lista federal de baixo riscoO CNAE do enfermeiro: a nota da 8650-0/01, a exclusão do domicílio com infraestrutura, o MEI no Anexo XI, o "auditor" na 8660-7/00 e o 8650-0/01 fora da lista de baixo risco.CNAE, subclasse 8650-0/01, Atividades de enfermagem
CNAE para massoterapeuta e terapeuta holístico: a subclasse 8690-9/01 com os 21 descritores do IBGE, o Anexo XI do MEI sem massagista e o risco para o alvaráO CNAE do massoterapeuta e do terapeuta holístico: a 8690-9/01 com massoterapia, reiki e terapia holística nos descritores, o MEI no Anexo XI e o risco.CNAE, subclasse 8690-9/01, Atividades de práticas integrativas e complementares em saúde humana
CNAE de consultório de saúde: a tabela por profissão, do 8630-5/03 do médico ao 8690-9/01 das práticas integrativas, com a nota do IBGE e a lista de baixo riscoA tabela de CNAE do consultório de saúde: os dois grupos do IBGE, a subclasse de cada profissão, onde ficam o biomédico e o farmacêutico, e quais códigos são baixo risco.CNAE, subclasse 8630-5/03, Atividade médica ambulatorial restrita a consultas
Natureza jurídica para consultório: empresário individual e MEI, sociedade limitada de um sócio (SLU) e LTDA, sociedade simples, no Código Civil, na LC 123 e na tabela da ConclaA natureza jurídica do consultório: o empresário individual e o MEI, a sociedade limitada de um sócio e a LTDA, a sociedade simples, e os códigos que a Concla lista.Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil)
Receituário de controle especial: a Receita de Controle Especial das listas C1 e C5, as duas vias, os 30 dias de validade e o que a RDC 1.000/2025 mudouA Receita de Controle Especial: listas, duas vias, validade de 30 dias, limites de quantidade, quem assina e as mudanças da RDC 1.000/2025 e do SNCR.Portaria SVS/MS nº 344, de 12 de maio de 1998 (texto republicado na BVS/MS, redação original)
Receituário azul e amarelo: a Notificação de Receita A, B e B2, quem imprime e quem numera depois da RDC 1.000/2025, e a validade nacional de 30 diasA Notificação de Receita A, B e B2: listas, numeração da autoridade sanitária, impressão em gráfica, validade nacional de 30 dias e o uso da numeração só na UF.Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 1.000, de 11 de dezembro de 2025

Como estas páginas foram montadas

Cada afirmação é uma citação de norma, com link para o documento no site oficial do órgão, mais a data em que consultamos. Estas páginas não emitem parecer regulatório e não concluem pelo leitor. A vigilância sanitária do seu município pode exigir mais que a norma federal, e quando o texto federal deixa margem, a página declara a margem em vez de escolher por você.

O que estes guias não fazem

Não atestam a regularidade do seu serviço, porque quem faz isso é a fiscalização do seu município. Não substituem a leitura do documento, que fica linkado em cada citação. E não trazem conduta clínica: o que fazer com a pessoa atendida não é assunto de norma de estrutura.

A outra metade da pergunta

Tela da Vitra com as sessões da pessoa atendida contadas por tipo e o histórico de sessões com data

A norma diz o que exigir. Ela não guarda nada

Os guias desta lista terminam sempre em uma obrigação de registro: ciclo de autoclave, plano de resíduos, capacitação, prontuário. A norma cria a obrigação e não resolve o arquivo. A Vitra resolve o arquivo.

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Escrito e revisado por Equipe VitraClínica