Encaminhamento para fisioterapia: modelo pronto para imprimir, para quem indica o atendimento fisioterapêutico
Folha para quem encaminha alguém à fisioterapia: médico, enfermeiro, dentista ou outro profissional. Os campos pedem o motivo, o que já existe de exame e o que se espera. A avaliação e o plano são do fisioterapeuta que receber.
O encaminhamento para fisioterapia é a carta que outro profissional escreve quando a pessoa que ele acompanha precisa de atendimento fisioterapêutico: depois de uma cirurgia, de uma lesão, de um período de internação, numa condição crônica que pede reabilitação, numa gestação. A folha é preenchida por quem manda e lida por quem recebe, e a avaliação físico-funcional começa quando a carta chega.
O que o fisioterapeuta faz com ela está na Resolução Coffito nº 80/1987: elabora o diagnóstico fisioterapêutico como avaliação físico-funcional, define com base nele as técnicas próprias da fisioterapia, e dá alta por reavaliações sucessivas (art. 1º e art. 2º). A carta não substitui nenhuma dessas etapas: ela traz o motivo e o dado, e a decisão de como tratar é do fisioterapeuta. A carta que já vem com o número de sessões e a técnica está fazendo o trabalho dele.
O enfermeiro encaminha dentro da consulta de enfermagem, listada no art. 11, I, "i", da Lei nº 7.498/86 (transcrito em /normas/lei-7498-1986). O médico encaminha dentro da consulta médica. Em ambos os casos o que o conselho de quem manda olha é se o pedido ficou dentro do que ele observou, e o que o conselho de quem recebe olha é se o fisioterapeuta fez a própria avaliação em vez de copiar a carta.
Os exames e laudos anexados, com a data de cada um, poupam a pessoa de repetir e dão ao fisioterapeuta o que ele não pode pedir sozinho. A última seção registra como a resposta volta, porque quem encaminhou continua responsável pelo restante do cuidado e vai precisar saber o que a fisioterapia encontrou.
A carta diz por que a pessoa foi mandada. O que ela não faz é ficar guardada ao lado da resposta. Veja como a Vitra guarda a carta.
Profissional que encaminha
Nome completo
Profissão, conselho e número de registro
Serviço de origem, endereço e telefone
Data da carta
Vínculo com a pessoa
Pessoa encaminhada
Pessoa atendida: nome completo
Data de nascimento
Documento de identidade
Telefone
Responsável legal ou cuidador, quando houver
Motivo, em termos do que foi observado
O motivo é o que quem encaminha observou e registrou na origem: a condição, a cirurgia com a data, a lesão, a limitação relatada. O número de sessões e a técnica não entram, porque nascem da avaliação físico-funcional, e não da carta.
Condição ou situação que motiva o atendimento fisioterapêutico, como consta no prontuário de origem
Cirurgia ou evento, com data, quando houver
Contexto
Restrição ou cuidado que quem encaminha registra (carga, movimento, ferida), quando houver
Exames, laudos e medicamentos
| Exame ou laudo | Data | Anexado |
|---|---|---|
Medicamentos em uso, como constam na origem
O que se espera do atendimento fisioterapêutico
Pedido, em termos gerais
Modalidade sugerida por quem encaminha, quando houver motivo
Prazo em que a resposta faz diferença para a origem
Resposta ao serviço de origem
Como a contrarreferência deve chegar
Próxima consulta na origem
Cópia desta carta arquivada na origem em
Assinatura de quem encaminha
Local e data
Assinatura e carimbo do profissional que encaminha, com conselho e número
Sobre este modelo
Modelo em branco. Esta folha organiza o pedido de atendimento fisioterapêutico e não decide se ele é necessário, nem o que o fisioterapeuta vai fazer ao recebê-lo: a avaliação físico-funcional, a prescrição das técnicas e a alta são dele. Quem encaminha responde pelo que escreveu; quem recebe, pelo que fizer.
Modelo em branco para profissionais de saúde. Não traz conteúdo clínico preenchido, não sugere composição, volume nem via, e não substitui julgamento clínico nem a norma do conselho da sua profissão.
